O amor de Deus transformou o mundo


Data da Postagem: 20 de Dezembro de 2017

O Natal está se aproximando e, mais do que pensar em compras, presentes, enfeites e banquetes, é momento de refletir sobre aquele Raio de Luz que entrou no mundo naquela noite, o amor de Deus transformado em Menino.

Que tal viver mais intensamente o Natal e nos cartões entregues a amigos e parentes, unir aos votos de boas festas belas frases que falem sobre o sentido mais profundo desse dia especial?

Por isso trago aqui algumas frases do Papa Francisco que podem iluminar a nosso Natal e levar uma mensagem que fique gravada nos corações daqueles que amamos ou ainda não amamos bastante.“Em Jesus manifestou-se a graça, a misericórdia, a ternura do Pai: Jesus é o Amor feito carne. Não se trata apenas de um mestre de sabedoria, nem de um ideal para o qual tendemos e do qual sabemos estar inexoravelmente distantes, mas é o sentido da vida e da história que pôs a sua tenda no meio de nós” (Homilia Natal de 2013).

 “Sois imenso, e fizestes-vos pequenino; sois rico, e fizestes-vos pobre; sois onipotente, e fizestes-vos frágil” (Homilia Natal de 2013).  

“A primeira coisa que o Natal nos chama a fazer é isto: dar glória a Deus, porque Ele é bom, é fiel, é misericordioso. Neste dia, desejo a todos que possam reconhecer o verdadeiro rosto de Deus, o Pai que nos deu Jesus. Desejo a todos que possam sentir que Deus está perto, possam estar na sua presença, amá-lo, adorá-lo” (Mensagem Urbi et Orbi de 2013).

“O dom precioso do Natal é a paz e Cristo é a nossa paz verdadeira. Cristo bate à porta dos nossos corações para nos conceder a paz, a paz da alma. Abramos as portas a Cristo!” (Angelus, 21 de dezembro de 2014).

 “A mensagem que todos esperavam, que todos procuravam nas profundezas da própria alma, não era mais do que a ternura de Deus: Deus que nos fixa com olhos cheios de afeto, que aceita a nossa miséria, Deus enamorado da nossa pequenez” (Homilia no Natal de 2014).

“Como acolhemos a ternura de Deus? Deixo-me alcançar por Ele, deixo-me abraçar, ou impeço-lhe de se aproximar? ‘Oh não, eu procuro o Senhor!’ – poderíamos replicar. Porém a coisa mais importante não é procurá-Lo, mas deixar que seja Ele a procurar-me, a encontrar-me e a cobrir-me amorosamente das suas carícias. Esta é a pergunta que o Menino nos coloca com a sua mera presença: permito a Deus que me queira bem?” (Homilia no Natal de 2014).

“Jesus Menino. Penso em todas as crianças assassinadas e maltratadas hoje, seja naquelas que o são antes de ver a luz, privadas do amor generoso dos seus pais e sepultadas no egoísmo de uma cultura que não ama a vida; seja nas crianças desalojadas devido às guerras e perseguições, abusadas e exploradas sob os nossos olhos e o nosso silêncio cúmplice; seja ainda nas crianças massacradas nos bombardeamentos, inclusive onde o Filho de Deus nasceu. Ainda hoje o seu silêncio impotente grita sob a espada de tantos Herodes. Sobre o seu sangue, estende-se hoje a sombra dos Herodes do nosso tempo. Verdadeiramente há tantas lágrimas neste Natal que se juntam às lágrimas de Jesus Menino!” (Mensagem Urbi et Orbi de 2014)

Nas palavras do Papa Francisco desejo a todos que, nesse Natal, se renove em cada coração o desejo de amar, servir e perdoar. Assim, a festa terá outro sentido. Não importam os enfeites e nem o cardápio, e sim a presença de Jesus em cada coração capaz de amar e ser amados. Que cada coração seja o melhor presépio para fazer de cada dia um Natal permanente.

 

Dom Anuar Battisti